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A RELIGIÃO OFICIAL DE JESUS CRISTO

Se Jesus Cristo fosse adepto do sistema político, religioso e social de sua época teria evitado o confronto de ideias com os doutores da lei, com os escribas, com os governantes romanos, com os rabinos, etc., e teria morrido de velho ou de morte natural.

Jesus não precisava de religião, porque já estava ligado ao Altíssimo. E que já era ligado, não precisava religar. Ele era a novidade, o portador das boas novas da vida eterna após a morte.

Jesus Cristo é enviado pelo Pai para morrer pela humanidade e desta forma religar o homem a Deus. Assim, Jesus é a verdadeira e única religião da humanidade. Nenhum outro credo pode religar o homem a Deus!

A Palavra religião vem do latim do termo reliquir, que significa religar. Todas as religiões, apesar das divergências entre elas, todas convergem para um mesmo ponto, todas possuem o mesmo objetivo, que é o de fazer a religação de cada alma, como Deus.

A causa principal da existência de cada religião reside no substrato do ego de seu fundar. Devido ao ego, nasce as diversidades de entendimento, a multiplicidade de compreensões. Só há uma verdade e uma religião totalmente verdadeira, que a religião do amor, da Boa Nova. Sendo assim as demais religiões ficam sobrando, pois sua existência se deve a vontade de homens e não de Deus. Devido a isto foi que Jesus não quis fundar nenhuma religião.

Jesus fora fiel à sua missão de trazer ao mundo as Boas-Novas, nunca quis fundar nenhuma nova religião e também nunca se filiou ou tornou membro das que existiam.

A palavra Cristo significa consciência e consciência é amor. Cristo fundo a Igreja do Amor, que é o cristianismo, AMOR escrito em caracteres revertidos é ROMA. Por isto o poder dominante de Roma, revestido de oportunismo político, designou a igreja do Cristo, do Amor, como sendo Romana.

Jesus Cristo queria movimentar a Boa Nova e não criar religião e construir igrejas físicas. A verdadeira Igreja de Cristo somos nós mesmos, pois Jesus Cristo disse a seus apóstolos, estarei com vos por toda a eternidade.

"O que Deus quer são nossos corações e não as cerimônias, já que com elas a fé NELE perece. Se queremos buscar a Deus, devemos buscá-lo dentro de nós mesmos, pois fora de nós jamais encontraremos". (Celso)

Na religião de Jesus Cristo é totalmente ilícito o comércio, a finança, etc., muito embora isto tenha sido levado como uma coisa “normal” nas igrejas psudocristãs de hoje. Essa prática de negócios, política, etc., na igreja é condenável, Jesus nunca iria aceitar essas práticas, pois a igreja é lugar de religar a Deus.

As religiões de hoje se constituem em verdadeiras instâncias comerciais e políticas, onde se faz proselitismo político e realizam-se ações comerciais por meio de bazares, cantina, livraria, etc.

Será que Jesus pregava e praticava o comercio dentro da igreja? Jesus Cristo, com certeza não, ele não negociava a palavra de Deus, existe uma passagem onde...

Não há referências nas escrituras sagradas que apoiam o comércio nas igrejas. Onde está na bíblia?

Encontramos sim, referência que repudiam o comércio dentro da igreja,

“E disse aos que vendiam pombos: Tirai daqui estes, e não façais da casa de meu Pai casa de venda”. (João 2:16).

Hoje em dia os fiéis da maioria das religiões estão cada vez mais alienados, acreditando numa salvação por procuração, eles enchem os bolsos dos líderes religiosos, dos pastores, dos bispos, do Papa, etc.. Que passam a capitalizarem-se em nome de Deus, para comprem fazendas, aviões, propriedades, imóveis, etc.

Hoje em dia além da Indústria da Religião, há também a esfera político-jurídico das igrejas, para gerir o mercado editorial, a indústria de CDs, DVDs, de Vídeos, de Sites, o comercio e indústria cinematográfica, a televisão e rádio das religiões.

O sistema religioso, no mundo todo, perde para a indústria bélica, mas levam mais gente à morte do todas as guerras juntas.

Jesus era judeu, nascido em Belém da Judéia, porém ele não quis adotar e nem receitou judaísmo a ninguém, porque ele nunca quis seguir e nem fundar religião alguma, pois ele sabiamente compreendia que religião, ao invés de religar, pode se tornar num fator limitante deste religamento do homem ao Pai.

Jesus não falou acerca de nenhuma religião em suas pregações. Ele chamou à sua religião de Boa Nova e pregou sim um novo nascimento, uma mudança no homem interior, a partir do exterior, uma nova forma de ver o mundo de modo holístico, de viver no mundo de modo holosótico. Ele enfatizou que a vida não se resume apenas nesta existência, que o melhor está por vir após terminar esta existência.

Jesus ao invés de pregar religiões comerciais como as de hoje, ele pregou o amor e a paz entre os homens. Depois de sua morte, ao longo dos tempos, foram surgindo sistemas de religiões até chegar à enorme quantidade de religiões fundadas por homens, sem autoridade Divina.

Porém nos moldes em que se apresentam as religiões políticas comerciais de hoje há um grande adulteração da doutrina que viveu e ensinou Jesus Cristo. Há muitas religiões que pregam, mas não vivem o que Jesus pregava e vivia. Portanto, as religiões que se dizem cristãs, atualmente pregam, mas não vivem o que Jesus ensinou.

Jesus pregou e viveu os Três Fatores de Revolução da Consciência: morrer para o pecado, nascer de novo para as virtudes e usar as virtudes a serviço do próximo gratuitamente. Portanto de cristão hoje as religiões não possuem quase nada de cristão, na medida em que não vivenciam os Três Fatores de Revolução da Consciência na íntegra.

Uma das funções da Boa Nova (Religião de Jesus) era a de elevar o homem do mundo da crença ao universo da fé. Se existisse uma religião hoje em dia que fizesse isto, ela seria de fato cristã. Pelo contrário, as religiões de hoje fazem de tudo para manter os seus adeptos no mundo da crença, para exercerem sobre eles o seu sistema de poderes.

Então em termos de movimentação nesta trajetória espiritual a crença é o ponto de partida e a fé é o ponto de chegada.

Jesus Cristo, por meio de sua Boa Nova, teve o propósito de unir a humanidade, porém as enumeras religiões separam-na, em partes com fronteiras definidas.

Jesus não tinha nenhuma religião e nem criou nenhuma. Ele veio somente ser exemplo em tudo, trazer as formulas a serem usadas para nossa melhora e progresso. Portanto ele é o nosso referencial, nosso parâmetro. Quando fazemos o que ele referenciou somos dignos dele, quando o desobedecemos nos tornamos indignos de seu nome.

Como ele não deu o exemplo de fundar uma religião, ao criarmos uma, estamos andando na contramão do caminho ensinado por ele. Muitas religiões surgiram dentro deste contexto de desobediência aos preceitos cristão, fundadas por pessoas pretensiosas, sem a mínima autoridade crística.

Jesus Cristo não quisera fundar uma religião porque ele sabia que no futuro muitas religiões iriam usar muitos procedimentos, que não seriam adequados aos reais seguidores de Jesus tais como guerras, perseguições, matanças, exercício de política partidária, cobrança de sacramentos e outras coisas que não seriam aprovados por Ele.

A prova maior de Jesus não quisera fundar uma religião é que ele não era muito chegado, não se identificava com igrejas. Ele ia poucas vezes a elas e escolheu, para ensinar a Boa Nova, os campos, o mar, as montanhas, etc. ao invés de templos construídos por mãos de homens.

Jesus não tinha nenhuma religião, não veio pregar alguma religião e não quis fundar nenhuma delas. Ele veio exclusivamente para ensinar, fazer o mundo conhecer, compreender aquilo que nós precisamos aprender para se aperfeiçoar. Assim Ele ensinou o amor, a caridade, justiça, a compreensão, a bondade, a compaixão, o perdão sem limites e todas as demais virtudes da alma. Todas as religiões fundadas após Ele representam uma falta de entendimento dos seus reais ensinamentos. Elas trouxeram em seu bojo um desvio das ideias de Jesus Cristo, de suas intenções originais.

Jesus reunirá todas as pessoas, independente da região ou ordem mística que pertenceram, mas que cumpriram os Dez Mandamento ou que praticaram os Três Fatores de Revolução da Consciência, numa única religião, na sua igreja, na Idade de Ouro, no decorrer da 6ª Raça Raiz. “Tenho ainda outras ovelhas que não são deste aprisco; é preciso que também a essas eu conduza; elas escutarão minha voz, e não haverá senão um só rebanho e um só pastor”. (João, 10: 16).

Jesus anunciou claramente que um dia os homens se unirão por uma crença única; porém, esta unificação se dará em torno de praticantes dos Três Fatores por Ele ensinados e não torno das religiões antagônicas de hoje.

Esta unificação não ocorrerá com estas religiões antagônicas de nossos dias, se considerarmos as diferenças existentes entre as elas, o antagonismo que elas sustentam em função da obstinação de seus adeptos crerem que cada um está de posse exclusiva da verdade, isoladamente.

Seus adeptos possuem concepção reducionista, calcada no paradigma mecanicista, o que lhes a visão da parte e não do todo, proporcionado pala concepção holosótica. Por isto, todas as religiões querem a unidade, pronunciada pelo Senhor de Visão Holística, pelo Cristo. Porém todas se iludem de pensar que sua religião de perfil reducionista é que será a escolhida para comandar o processo de unificação em torno de si, e que ela fará tal unificação, resguardo a sua supremacia, as suas vantagens, e nenhuma pretende fazer concessões em seus dogmas de crenças.

O que alimenta o antagonismo entre as religiões é o ego, que proporciona aos seus seguidores a falsa ideia de que cada uma delas tem de um Deus particular, e sua pretensão de que o seu seja o único verdadeiro e o mais poderoso, em constante hostilidade com os deuses de outros cultos, que é preciso combatê-los e deter suas influências.

Cada alo religioso que vai se tornado auto-religioso vai se revestindo da visão holosótica, o que lhe permite ver que há apenas um Deus no Universo.

Jesus Cristo queria movimentar a Boa Nova e não criar religião e construir igrejas físicas. A verdadeira de Cristo somos nós mesmos, pois Jesus Cristo.

“Jesus Cristo, como Filho, sobre a sua própria casa; a qual casa somos nós, se tão somente conservarmos firme a confiança e a glória da esperança até ao fim”. (Hebreus 3.6) “Onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles”. (Mateus 18.20).

Nestes termos, veja que Jesus simplificou o esquema para as reuniões em seu nome, desmistificou os ritos cerimoniais e anulou todo mistério e dogma que poderia vi a ser criado por alguns pregadores pseudocrístãos, como os dos nossos tempos, que buscam a todo o custo atrair os fieis com doutrinas fantasiosas, desviando o verdadeiro propósito de Deus para salvação da alma humana.

O antigo judaísmo estava centrado em três elementos fundamentais: O Templo, o Sacerdócio e o Sacrifício.

Ele é o Templo que incorpora uma nova e viva casa, não feita por mãos humanas, mas pelo seu próprio sangue. Ele é o Sumo Sacerdote Eterno e o Sacrifício perfeito e definitivo, por um Novo Mandamento escrito com o seu próprio sangue (João 13.34).

A crença é importante como meio, como meio para se atingir um fim. Mas não serve com fim em si próprio. Na prática a maioria dos crentes contradizem a sua crença. Eles creem firmemente que ao morrer encontrarão com o Divino, com Deus, mas ninguém quer morrer.

Por tudo que se expôs aqui, à luz da concepção holosótica, não desrespeitamos e nem nos colocamos contra a crença e a fé dos adeptos de nenhuma forma místico religiosa do mundo ou do nosso país. O que criticamos é o uso da liberdade religiosa, outorgada pela lei, e da doutrina do Cristo e dos Veneráveis Mestres da Loja para obtenção de vantagens políticas, monetárias e sociais, por partes de líderes espertalhões e aproveitadores que buscam tirar dividendos da boa fé do povo humilde, sacrificando a humanidade ao invés de sacrificarem por ela, com ensinou Jesus Cristo.

Aos religiosos fiéis, de boa fé, de coração puro, em qualquer lugar ou igreja, que estejam reunidos, em nome do Cristo, pode ter certeza ali estará ele também.

 

Autor não identificado.

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Amados irmãos, que todos possam evangelizar sem fronteiras e sem descriminação, nos ambientes de nossas comunidades, todos possam viver na plenitude de irmandade, e não em disputas de cargos ou se sentir privilegiado por se o líder no momento, quando a liderança for repassada a outro irmão, que o seu vigor continue da mesma forma empenhado em servir a comunidade em que vive. Digo comunidade, não quero que pensem que estou me referindo a nome especifico de religião, estou me referindo sim a comunidade como todo,  independentemente de religião. Observem que Jesus e os apóstolos falavam palavra de salvação à todos os povos. Que todos possam ser evangelizador  de acordo com o chamado de Cristo, a  pregar os ensinamentos de Jesus nosso mestre, palavras que saem do coração impulsionadas pelo espirito da verdade. A humildade agrada à Deus, jamais use dos dons que de graça recebeste para obter lucros financeiros. O Mestre nos falou, gratuitamente recebes de Deus, gratuitamente darás. Não julgue a ninguém, controle sua língua, para falatórios inúteis, esteja atentos as pessoas que estão passando por alguma dificuldade, ajude-as com palavras de otimismo. Não queira parecer melhor que ninguém, esteja sempre pronto para servir. Faça o que é bom de forma natural, não fique divulgando o que fez de bom para seu irmão. Jesus nos fala quem procede como tal já recebeu sua recompensa aqui na terra. Seja culto, não se importe o que irão pensar de você, agrade à Deus e não aos homens, tema somente aquele que tem o poder de matar o corpo e também a alma. A paz de Jesus Cristo, que está sentando a direta no trono celestial esteja com todo nós. Amém!    Leonardo Sena.

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